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Camada Estratégica e a TI [Conclusão]

A atividade de planejar evita que ações das organizações sejam executadas ao acaso, sem qualquer preocupação com a eficiência, eficácia e efetividade para o alcance dos resultados. Sem um estudo prévio e a reserva de soluções para problemas envolvidos na realização da tarefa, o objetivo final pode ficar cada vez mais distante do alcance. O planejamento leva em consideração o conhecimento que se obteve com erros anteriores e a possibilidade de acertar já na primeira tentativa quando da realização de uma nova atividade.

No ambiente empresarial atual, a Tecnologia de Informação tem sido considerada como um dos componentes mais importantes, sendo que as organizações brasileiras têm utilizado ampla e intensamente esta tecnologia, tanto em nível estratégico como operacional.

strategy-chess

Esta utilização passa a ter como foco principal, não apenas a infraestrutura tecnológica necessária para a realização de processos e estratégias, mas a efetiva utilização da informação e todo o seu poder de transformação e apoio às práticas organizacionais.

Este trabalho teve por objetivo principal apresentar, no geral, a tecnologia de informação e sua utilização no planejamento estratégico organizacional, definindo e conceituando em auxílio aos gestores na evolução da empresa, por meio de sua aplicação prática. Verificando, assim, o aprendizado prático, aplicando as técnicas aprendidas no decorrer do curso.

A TI pode ser decisiva para o sucesso ou fracasso de uma empresa, contribuindo para que a organização seja ágil, flexível e forte, em vez de aguardar novas realizações ou insegura em relação a novos cenários que se apresentam. Portanto, um bom fluxo de informações aliado a uma boa qualidade final da solução de problemas por meio de decisões tomadas sobre processos consolidados e objetivos, podem causar às organizações um nível de competitividade bastante interessante.

O modo de planejar, administrar e controlar, está em processo de transformação e as ênfases que estão sendo dadas para o aspecto do conhecimento embutido na informação vêm tornando as organizações mais dinâmicas, no caminho do sucesso, mais flexíveis, qualitativas e muito mais competitivas.

Representações Gráficas Nível Estratégico x Tecnologia da Informação

Estas representações gráficas foram geradas conforme resultados de questionários aplicados a profissionais da citada camada estratégica, algumas representações gráficas relacionadas demonstram o entendimento dos mesmos sobre a tecnologia da informação.

cloud_computing

A representação gráfica demonstra que existe ainda dúvidas sobre o que é, e os benefícios da computação em nuvem. Mas também mostra que houve um avanço neste tipo de solução já que 45,45% (05 dos questionados) já utilizam em suas organizações este serviço.

praticas

Este é um resultado expressivo que mostra a falta de conhecimento sobre as práticas quem podem melhorar o TI da organização. Dos Entrevistados (10) 90,91% não tinham conhecimento sobre tal recurso, e apenas (01) 9,09% utiliza um recurso provavelmente desenvolvido internamente.

importancia_tiDentro da escala, de 1 a 5 apenas foram 02 os questionados que demonstraram que o TI pode não ser impactante na organização, com isso ainda é possível imaginar que alguns negócios ainda conseguem se sustentar sem a tecnologia.

Entre 6 e 9 foram 03 os questionados que apresentam já utilização ou interesse no departamento, e que percebem a função do mesmo.

Dos questionados, foram 06 que já apresentam forte aproximação do departamento de TI percebendo a essencial função para o funcionamento.

O resultado de 8,36% foi o resultado médio levado em consideração pelos questionados, é notável que a necessidade da TI já é imprescindível nessas organizações.

a_organizacao_possui_planejamento_estrategico

Dos questionados, 06 responderam que possuem planejamento estratégico de TI na organização, 04 responderam que não, e apenas 01 não tem certeza sobre a possibilidade ou existência.

É importante observar que impressiona a quantidade de respostas SIM, pois o planejamento estratégico de TI normalmente é praticado quando já existe o planejamento estratégico da empresa.

nivel_tecnologiaDos 11 questionados, de 1 a 5 foram 02 os que responderam que a tecnologia disponível atualmente na organização atende pouco as necessidades, isso representa uma expectativa de melhora.

De 6 a 10 da escala, 09 questionados já observam um avanço no impacto da tecnologia na organização.

A média de 7,18% é o nível considerado pelos questionados, este resultado mostra uma aceitação, mas é possível que melhore.

software_computadores_necessidades

Na escala de 7 a 10 os questionados consideram satisfatória a tecnologia disponível envolvendo software e computadores. Isso representa 8,18% é uma margem satisfatória quando considerado que software e computadores são partes essenciais do envolvimento com a tecnologia da informação.

indicadores
Dos 11 questionados, 03 responderam que não possuem, 05 ficaram em dúvida e 03 responderam que existe sim uma ação relacionada com a resposta abaixo:

Capacidade e velocidade das informações nos processos

Planejamento estratégico de Logística

BSC – Balanced Scorecard

Provavelmente, as duas primeiras respostas são práticas constituídas e personalizadas pelos mesmos, e o BSC que já é prática comum e conhecida deve ou não estar sendo baseado no negócio e não na tecnologia.

funcionais

resultados_planejamento

Relativamente a representação gráfica em consideração as áreas, os valores dedicados pelos questionados foram razoáveis, somente 01 dos questionados respondeu com valores bem diferentes da maioria, isso representa sua visão em relação ao seu negócio atualmente.

Tecnologia da Informação na Camada Estratégica

Sem planejamento, a obtenção dos resultados desejados ficaria à mercê do acaso, com soluções aleatórias de última hora para os eventuais contratempos que surgem no caminho. O planejamento evita a improvisação. É ainda, de acordo com Costa (2009), um excelente meio de controle, pois seu processo operacional tem condições de indicar os desvios do curso de ações e os mecanismos de correção em tempo hábil. Sua importância está também no fato de ele minimizar os custos, quando se vai e pode gastar. O planejamento, além disso, substitui as atividades isoladas, individuais e fragmentadas pelo esforço equilibrado, incentivando mais o trabalho e contornando julgamentos improvisados por decisões mais conscientes.

visão estratégica

Os benefícios oferecidos pelo uso de TI também são influenciados por estes níveis, mas em geral todos os benefícios estão presentes em todos os níveis. Na exploração localizada, o uso de TI pode contribuir para a redução do custo do processo como também para a inovação de determinado processo. Na redefinição do escopo do negócio, o uso de TI pode contribuir definitivamente para a inovação e criação de novo modelo de negócio, como também pode contribuir para um modelo de negócio com mais flexibilidade.

Em cada nível hierárquico de uma organização são tomadas decisões com grau de complexidade diferente. Porém, todas tem sua importância para o sucesso de uma organização. Os SIs apoiam estas tomadas de decisões e em cada nível hierárquico são criados de forma a atender as necessidades de dados e informações específicas destes níveis.

O uso de TI oferece grandes benefícios e oportunidades para as organizações, assim como riscos inerentes à assimilação de novas tecnologias e às inovações dos processos organizacionais. Esta situação, de evolução do ambiente tradicional para o ambiente digital, apresenta desafios de tomada de decisão que idealmente devem ser baseados no conhecimento dos vários aspectos envolvidos (WEILL e VITALE, 2001).

Afuah e Tucci (2001) confirmam que o mercado eletrônico permite que as empresas desenvolvam novos modelos de negócio e exige que elas tenham estratégias específicas para garantir o aproveitamento dos benefícios oferecidos.

Relacionando-se o Planejamento Estratégico de TI com o planejamento estratégico de negócio, de acordo com Williams (1997 apud PALANISAMY, 2005), o Planejamento Estratégico deTI deve ser desenvolvido como parte dele e em acordo com as estratégias do negócio. O PETI tem sido considerado como a determinação de oportunidades estratégicas, objetivos, fatores críticos de sucesso e a informação necessária de diferentes partes da organização (MARTIN, 1989).

Diante das situações apresentadas, pode-se, então, definir que a TI nas organizações tem papel fundamental e necessita fornecer, de forma eficiente e eficaz, suporte e infraestrutura tecnológica que viabilizem as diretrizes corporativas. Principalmente, é necessário que haja suporte para que as decisões de TI possam:

  • Estar mais alinhadas com as estratégias e os objetivos de negócio;
  • Agregar valor a TI e possibilitar, da melhor forma (eficiência – mais econômica), o alcance dos objetivos corporativos; e
  • Ter seus riscos controlados e gerenciados dinamicamente e, ainda, atender aos órgãos regulatórios.

Este nível de utilização oferece grandes oportunidades para as empresas que têm sucesso no aproveitamento dos benefícios oferecidos por este uso. Ao mesmo tempo, ele também oferece desafios para a administração deste recurso do qual as empresas passam a ter grande dependência e que apresenta particularidades de gerenciamento. Neste cenário complexo, outro desafio é identificar o nível de contribuição que esta tecnologia oferece aos resultados das empresas. Por fim, as atitudes dos principais executivos de negócio e de Tecnologia de Informação interferem de forma significativa na administração desta tecnologia.

ERP e a Resistência interna à Implantação

Inicialmente, tudo que altera os processos de trabalho de uma empresa cria boas expectativas. No entanto, é necessário informar e demonstrar que algumas etapas exigirão paciência e coalizão dos profissionais envolvidos. Isto faz parte da entrada de um novo sistema em uma instituição e com isso enxergamos o ERP (Enterprise Resource Planning) e a resistência interna à implantação.

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Pode ser difícil mudar de direção; aliás, sempre desconfie se tudo estiver fluindo facilmente, pois se foi necessária a mudança é por que já existiam dificuldades. Então, quais seriam alguns métodos eficazes que podem diminuir a resistência à uma nova implementação e o que deve ser considerado quando se lida com questões de gestão de mudança?

  • O mapeamento de processos é fundamental para se ter uma visão macro do negócio e o tamanho das engrenagens em cada departamento;
  • Certificar-se de envolver todas as partes interessadas, desde o início do projeto, e tê-los a bordo com o escopo e objetivos do projeto, tendo a certeza de que essas metas são claras para todos;
  • O alinhamento com um PDCA (Plan Do Check Act) atual ou inicial é apropriado;
  • A contratação de consultores externos especializados no ERP é muito útil para ajudar a identificar, analisar e abordar as preocupações das diferentes unidades de negócio;
  • Todos em posições de liderança precisam ver que se trata de um problema de negócio, ao invés de uma questão de tecnologia;
  • Por mais dolorido que seja, é necessário ter em mãos uma forma de roll-out do ERP, um plano B por causa de possíveis engessamentos que possam interferir no negócio;
  • Um plano de negócios novo e atualizado, se possível, interagindo com o planejamento estratégico para demonstrar claramente as necessidades atuais e futuras;
  • É importante o acompanhamento de um escritório e/ou profissionais de PMO (Project Management Office), visando os processos e validando os mesmos.

À medida que as alterações são feitas e as implementações futuram começam, os stakeholders (participante da estratégia) sentirão as reações de todos os envolvidos, tanto funcionários quanto colaboradores. Assim sendo, é importante ganhar a confiança e demonstrar a todos os benefícios futuros logo no início da implantação do ERP.

 

 

Camada Estratégica

Observando os níveis hierárquicos, distinguem-se três tipos de planejamento: planejamento estratégico, tático e operacional.

O planejamento estratégico considera a empresa como um todo e é elaborado pelos níveis hierárquicos mais altos da organização. Relaciona-se com objetivos de longo prazo e com estratégias e ações para alcançá-los.

No segundo nível de planejamento, o tático, a atuação é em cada área funcional da empresa, compreendendo os recursos específicos. Seu desenvolvimento se dá pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como objetivo a utilização eficiente dos recursos disponíveis com projeção em médio prazo. Em grandes empresas identifica-se facilmente este nível de planejamento, ele se dá nos escritórios superintendências regionais. Exemplificando: No Banco do Brasil esse planejamento ocorre nas superintendências estaduais. Seus planos de ação são desenvolvidos como forma e apoio às unidades operacionais (agências) num movimento sinérgico, objetivando o cumprimento dos objetivos e das metas estabelecidos no planejamento operacional (conceituado a seguir).

Já os planejamentos em nível operacional correspondem a um conjunto de partes homogêneas do planejamento tático, ou seja, identifica os procedimentos e processos específicos requeridos nos níveis inferiores da organização, apresentando planos de ação ou planos operacionais. É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores, com foco nas atividades rotineiras da empresa, portanto, os planos são desenvolvidos para períodos de tempo bastante curtos.

A maioria dos planos é focada em inúmeros projeções, promessas que dependem de inúmeros fatores a serem cumpridas especificamente em um novo negocio.O planejamento deve ser feito dentro da empresa e de preferência juntamente com os funcionários e deve estar “exposto” a todos.

No desenvolvimento de uma estrutura organizacional têm-se os seguintes níveis de influência:

  • Nível estratégico;
  • Nível tático;
  • Nível operacional.

Estes níveis de influência estão relacionados aos tipos de planejamento, que podem ser visualizados numa “pirâmide empresarial”:

FIGURA 2 - Camada organizacionais

FIGURA 2 – Camadas organizacionais

 Fonte: adaptado de FGV, Fundação Getúlio Vargas. Relatório de Pesquisa. Rio de Janeiro: FGV, 2003.

O planejamento tático tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo.

Exemplo: divisão de uma área industrial em duas áreas (produção e técnica) para ter melhor administração dos recursos da empresa.

Segundo Porter e Montgomery (1999) decisões que ocorrem no nível gerencial e produzem efeitos a médio prazo e de menor impacto na estratégia da organização, com informações sintetizadas por unidade departamental, de um negócio ou uma atividade da empresa.

De acordo com Pinto (2007) neste nível, entra a figura dos gerentes, coordenadores, supervisores e demais funções. Este nível tem como objetivo principal o desdobramento da estratégia, ou seja, de como será realizado o caminho para a consecução dos objetivos estratégicos (já estabelecidos no nível acima), utilizando de forma eficiente (cumprindo os processos) e eficaz (atingindo os objetivos), desdobrando-os em metas específicas para suas áreas e liderados.

Para Costa (2009) é o nível administrativo que articula internamente o nível institucional com o nível operacional da organização. É o nível do meio do campo e é composto pelos gerentes. Recebe o nome de nível gerencial ou tático. Funciona como uma camada amortecedora dos impactos ambientais, pois recebe as decisões globais tomadas no nível institucional as transforma em programas de ação para o nível operacional. Interpreta a missão e os objetivos fundamentais do negócio, traduzindo-os em meios de ação cotidiana para que o nível operacional possa transforma-los em execução.

O modo de decisão ocorre de modo diferenciado nos diferentes níveis organizacionais e assim pode se afirmar que Decisões Táticas relacionam-se com objetivos de mais curto prazo e com maneiras e ações que, geralmente afetam somente parte da empresa. Já decisões estratégicas relacionam-se com objetivos de longo prazo, com maneiras e ações que afetam toda a empresa.

Camada Estratégica e a TI [Tomada de Decisão]

Decisão, segundo Rosini e Palmisano (2003) “é a escolha de uma ou mais alternativas com o fim de atingir um objetivo proposto com a menor probabilidade de erro ou fracasso possível”.

Algumas decisões têm características dos dois tipos precedentes, por isso são chamadas de Semiestruturadas; nesses casos, apenas parte do problema tem uma resposta clara e precisa, dada por um procedimento aceito. Em geral, decisões estruturadas são mais corriqueiras nos níveis organizacionais mais baixos, enquanto problemas não estruturados são mais comuns nos níveis mais altos da empresa. (LAUDON e LAUDON, 2010).

Bataglia e Yo (2008, p.85) admite que decisão organizacional é um comprometimento específico para a ação (usualmente de recursos), e que o processo decisório é o conjunto de ações e fatores dinâmicos que começam com a identificação de um estímulo inicial para a ação e terminam com o comprometimento para ela.

A decisão é estratégica quando considerada importante pelos gestores da alta administração em termos das ações tomadas, dos recursos comprometidos ou dos precedentes estabelecidos. Além disso, seu processo decisório e não-estruturado, ou seja, é novo, incerto, não ocorreu anteriormente; para ele não existe um conjunto explicito e predeterminado de respostas ordenadas na organização.

Enfim, a decisão passa a ser estratégica quando é tomada pela grande cúpula da organização, pelos altos executivos, e pode contribuir efetivamente para o sucesso empresarial. Tais decisões envolvem posicionamento estratégico, apresentação de riscos, decisões relacionadas a funções organizacionais e a política organizacional.

Bataglia e Yo (2008, p.86), propõem o Modelo Geral do Processo Decisório Estratégico, apresentado na Figura 1. O modelo e composto de três fases: identificação, desenvolvimento e seleção. Destaca-se no modelo a idéia de que não existe uma relação seqüencial e simples entre as fases.

FIGURA 1 – Processo de Decisão estratégica

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Fonte: adaptado de BATAGLIA, Walter; YO, Abraham Sin Oih. A sincronização da tomada de decisão estratégica com o planejamento estratégico formal. Revista de administração Mackenzie, v.9, n.5, p.82-111, 2008.

Para os autores, cada fase do processo de decisão estratégica é constituída por rotinas. Na fase de identificação é onde ocorrem as rotinas de reconhecimento e diagnóstico. Para a rotina de reconhecimento as oportunidades e eventuais ameaças ou problemas são identificados. Para a rotina de diagnostico se organiza a informação disponível e se levantam eventuais novas informações para formulação do problema, esta fase está ligada a fase de reconhecimento.

A próxima fase é a de desenvolvimento, na qual ocorrem as rotinas de busca e projeto. Para a rotina de busca é utilizada na busca de soluções prontas ou semi-prontas no ambiente externo ou interno da organização. Para a rotina de projeto é utilizada no desenvolvimento de soluções customizadas, ou seja, planejadas sob medida especialmente para a decisão. Esta fase é também utilizada para modificar soluções existentes, advindas com problemas futuros e fora da organização, adaptando-as a situações particulares.

A fase de seleção é onde ocorrem as rotinas de pré-seleção, avaliação-escolha e autorização. A primeira trata a respeito da utilização para eliminar o que é inviável buscando soluções mais passiveis de avaliação. A segunda trás três modos que são: julgamento de valor, quando um indivíduo utiliza sua intuição para escolher sem justificar suas razões; barganha, quando as partes envolvidas na decisão chegam a um consenso; e analise, quando ocorre avaliação factual. A terceira trata quando há de envolvidos no processo que não possuem a autoridade necessária para comprometer a organização em determinado curso de ação.

Cabe ressaltar que este é um modelo sugerido poderá ou não trazer benefícios para a organização, apresentando etapas a serem seguidas para que as decisões sejam analisadas, avaliadas de modo estratégico, seguindo um planejamento estratégico eficiente, eficaz e efetivo, combinando um comportamento calculado e instrumental.

 

E o tal do ERP?

Simplicando, um software ERP é composto por uma ou mais bases de dados e um conjunto de modulos aplicativos. Mas além disso, ERP’s são sistemas transacionais que focados no nível operacional transmitem capacidade analítica para suportar decisões de planejamento. Em contraste com os ERPs, as ferramentas analíticas, por meio de sofisticados algoritmos e otimizações, possibilitam tornar as operações mais eficientes graças a um robusto suporte à tomada de decisão.

A SENIOR www.senior.com.br listou 11 motivos para sua empresa investir em um ERP, veja este infográfico:

infografico_erp

Fonte: http://www.senior.com.br/software-de-erp-11-motivos-para-sua-empresa-investir-em-um/

 

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