Arquivo para 'Planejamento Estratégico'

Camada Estratégica e a TI [Conclusão]

A atividade de planejar evita que ações das organizações sejam executadas ao acaso, sem qualquer preocupação com a eficiência, eficácia e efetividade para o alcance dos resultados. Sem um estudo prévio e a reserva de soluções para problemas envolvidos na realização da tarefa, o objetivo final pode ficar cada vez mais distante do alcance. O planejamento leva em consideração o conhecimento que se obteve com erros anteriores e a possibilidade de acertar já na primeira tentativa quando da realização de uma nova atividade.

No ambiente empresarial atual, a Tecnologia de Informação tem sido considerada como um dos componentes mais importantes, sendo que as organizações brasileiras têm utilizado ampla e intensamente esta tecnologia, tanto em nível estratégico como operacional.

strategy-chess

Esta utilização passa a ter como foco principal, não apenas a infraestrutura tecnológica necessária para a realização de processos e estratégias, mas a efetiva utilização da informação e todo o seu poder de transformação e apoio às práticas organizacionais.

Este trabalho teve por objetivo principal apresentar, no geral, a tecnologia de informação e sua utilização no planejamento estratégico organizacional, definindo e conceituando em auxílio aos gestores na evolução da empresa, por meio de sua aplicação prática. Verificando, assim, o aprendizado prático, aplicando as técnicas aprendidas no decorrer do curso.

A TI pode ser decisiva para o sucesso ou fracasso de uma empresa, contribuindo para que a organização seja ágil, flexível e forte, em vez de aguardar novas realizações ou insegura em relação a novos cenários que se apresentam. Portanto, um bom fluxo de informações aliado a uma boa qualidade final da solução de problemas por meio de decisões tomadas sobre processos consolidados e objetivos, podem causar às organizações um nível de competitividade bastante interessante.

O modo de planejar, administrar e controlar, está em processo de transformação e as ênfases que estão sendo dadas para o aspecto do conhecimento embutido na informação vêm tornando as organizações mais dinâmicas, no caminho do sucesso, mais flexíveis, qualitativas e muito mais competitivas.

Representações Gráficas Nível Estratégico x Tecnologia da Informação

Estas representações gráficas foram geradas conforme resultados de questionários aplicados a profissionais da citada camada estratégica, algumas representações gráficas relacionadas demonstram o entendimento dos mesmos sobre a tecnologia da informação.

cloud_computing

A representação gráfica demonstra que existe ainda dúvidas sobre o que é, e os benefícios da computação em nuvem. Mas também mostra que houve um avanço neste tipo de solução já que 45,45% (05 dos questionados) já utilizam em suas organizações este serviço.

praticas

Este é um resultado expressivo que mostra a falta de conhecimento sobre as práticas quem podem melhorar o TI da organização. Dos Entrevistados (10) 90,91% não tinham conhecimento sobre tal recurso, e apenas (01) 9,09% utiliza um recurso provavelmente desenvolvido internamente.

importancia_tiDentro da escala, de 1 a 5 apenas foram 02 os questionados que demonstraram que o TI pode não ser impactante na organização, com isso ainda é possível imaginar que alguns negócios ainda conseguem se sustentar sem a tecnologia.

Entre 6 e 9 foram 03 os questionados que apresentam já utilização ou interesse no departamento, e que percebem a função do mesmo.

Dos questionados, foram 06 que já apresentam forte aproximação do departamento de TI percebendo a essencial função para o funcionamento.

O resultado de 8,36% foi o resultado médio levado em consideração pelos questionados, é notável que a necessidade da TI já é imprescindível nessas organizações.

a_organizacao_possui_planejamento_estrategico

Dos questionados, 06 responderam que possuem planejamento estratégico de TI na organização, 04 responderam que não, e apenas 01 não tem certeza sobre a possibilidade ou existência.

É importante observar que impressiona a quantidade de respostas SIM, pois o planejamento estratégico de TI normalmente é praticado quando já existe o planejamento estratégico da empresa.

nivel_tecnologiaDos 11 questionados, de 1 a 5 foram 02 os que responderam que a tecnologia disponível atualmente na organização atende pouco as necessidades, isso representa uma expectativa de melhora.

De 6 a 10 da escala, 09 questionados já observam um avanço no impacto da tecnologia na organização.

A média de 7,18% é o nível considerado pelos questionados, este resultado mostra uma aceitação, mas é possível que melhore.

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Na escala de 7 a 10 os questionados consideram satisfatória a tecnologia disponível envolvendo software e computadores. Isso representa 8,18% é uma margem satisfatória quando considerado que software e computadores são partes essenciais do envolvimento com a tecnologia da informação.

indicadores
Dos 11 questionados, 03 responderam que não possuem, 05 ficaram em dúvida e 03 responderam que existe sim uma ação relacionada com a resposta abaixo:

Capacidade e velocidade das informações nos processos

Planejamento estratégico de Logística

BSC – Balanced Scorecard

Provavelmente, as duas primeiras respostas são práticas constituídas e personalizadas pelos mesmos, e o BSC que já é prática comum e conhecida deve ou não estar sendo baseado no negócio e não na tecnologia.

funcionais

resultados_planejamento

Relativamente a representação gráfica em consideração as áreas, os valores dedicados pelos questionados foram razoáveis, somente 01 dos questionados respondeu com valores bem diferentes da maioria, isso representa sua visão em relação ao seu negócio atualmente.

Tecnologia da Informação na Camada Estratégica

Sem planejamento, a obtenção dos resultados desejados ficaria à mercê do acaso, com soluções aleatórias de última hora para os eventuais contratempos que surgem no caminho. O planejamento evita a improvisação. É ainda, de acordo com Costa (2009), um excelente meio de controle, pois seu processo operacional tem condições de indicar os desvios do curso de ações e os mecanismos de correção em tempo hábil. Sua importância está também no fato de ele minimizar os custos, quando se vai e pode gastar. O planejamento, além disso, substitui as atividades isoladas, individuais e fragmentadas pelo esforço equilibrado, incentivando mais o trabalho e contornando julgamentos improvisados por decisões mais conscientes.

visão estratégica

Os benefícios oferecidos pelo uso de TI também são influenciados por estes níveis, mas em geral todos os benefícios estão presentes em todos os níveis. Na exploração localizada, o uso de TI pode contribuir para a redução do custo do processo como também para a inovação de determinado processo. Na redefinição do escopo do negócio, o uso de TI pode contribuir definitivamente para a inovação e criação de novo modelo de negócio, como também pode contribuir para um modelo de negócio com mais flexibilidade.

Em cada nível hierárquico de uma organização são tomadas decisões com grau de complexidade diferente. Porém, todas tem sua importância para o sucesso de uma organização. Os SIs apoiam estas tomadas de decisões e em cada nível hierárquico são criados de forma a atender as necessidades de dados e informações específicas destes níveis.

O uso de TI oferece grandes benefícios e oportunidades para as organizações, assim como riscos inerentes à assimilação de novas tecnologias e às inovações dos processos organizacionais. Esta situação, de evolução do ambiente tradicional para o ambiente digital, apresenta desafios de tomada de decisão que idealmente devem ser baseados no conhecimento dos vários aspectos envolvidos (WEILL e VITALE, 2001).

Afuah e Tucci (2001) confirmam que o mercado eletrônico permite que as empresas desenvolvam novos modelos de negócio e exige que elas tenham estratégias específicas para garantir o aproveitamento dos benefícios oferecidos.

Relacionando-se o Planejamento Estratégico de TI com o planejamento estratégico de negócio, de acordo com Williams (1997 apud PALANISAMY, 2005), o Planejamento Estratégico deTI deve ser desenvolvido como parte dele e em acordo com as estratégias do negócio. O PETI tem sido considerado como a determinação de oportunidades estratégicas, objetivos, fatores críticos de sucesso e a informação necessária de diferentes partes da organização (MARTIN, 1989).

Diante das situações apresentadas, pode-se, então, definir que a TI nas organizações tem papel fundamental e necessita fornecer, de forma eficiente e eficaz, suporte e infraestrutura tecnológica que viabilizem as diretrizes corporativas. Principalmente, é necessário que haja suporte para que as decisões de TI possam:

  • Estar mais alinhadas com as estratégias e os objetivos de negócio;
  • Agregar valor a TI e possibilitar, da melhor forma (eficiência – mais econômica), o alcance dos objetivos corporativos; e
  • Ter seus riscos controlados e gerenciados dinamicamente e, ainda, atender aos órgãos regulatórios.

Este nível de utilização oferece grandes oportunidades para as empresas que têm sucesso no aproveitamento dos benefícios oferecidos por este uso. Ao mesmo tempo, ele também oferece desafios para a administração deste recurso do qual as empresas passam a ter grande dependência e que apresenta particularidades de gerenciamento. Neste cenário complexo, outro desafio é identificar o nível de contribuição que esta tecnologia oferece aos resultados das empresas. Por fim, as atitudes dos principais executivos de negócio e de Tecnologia de Informação interferem de forma significativa na administração desta tecnologia.

Camada Estratégica

Observando os níveis hierárquicos, distinguem-se três tipos de planejamento: planejamento estratégico, tático e operacional.

O planejamento estratégico considera a empresa como um todo e é elaborado pelos níveis hierárquicos mais altos da organização. Relaciona-se com objetivos de longo prazo e com estratégias e ações para alcançá-los.

No segundo nível de planejamento, o tático, a atuação é em cada área funcional da empresa, compreendendo os recursos específicos. Seu desenvolvimento se dá pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como objetivo a utilização eficiente dos recursos disponíveis com projeção em médio prazo. Em grandes empresas identifica-se facilmente este nível de planejamento, ele se dá nos escritórios superintendências regionais. Exemplificando: No Banco do Brasil esse planejamento ocorre nas superintendências estaduais. Seus planos de ação são desenvolvidos como forma e apoio às unidades operacionais (agências) num movimento sinérgico, objetivando o cumprimento dos objetivos e das metas estabelecidos no planejamento operacional (conceituado a seguir).

Já os planejamentos em nível operacional correspondem a um conjunto de partes homogêneas do planejamento tático, ou seja, identifica os procedimentos e processos específicos requeridos nos níveis inferiores da organização, apresentando planos de ação ou planos operacionais. É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores, com foco nas atividades rotineiras da empresa, portanto, os planos são desenvolvidos para períodos de tempo bastante curtos.

A maioria dos planos é focada em inúmeros projeções, promessas que dependem de inúmeros fatores a serem cumpridas especificamente em um novo negocio.O planejamento deve ser feito dentro da empresa e de preferência juntamente com os funcionários e deve estar “exposto” a todos.

No desenvolvimento de uma estrutura organizacional têm-se os seguintes níveis de influência:

  • Nível estratégico;
  • Nível tático;
  • Nível operacional.

Estes níveis de influência estão relacionados aos tipos de planejamento, que podem ser visualizados numa “pirâmide empresarial”:

FIGURA 2 - Camada organizacionais

FIGURA 2 – Camadas organizacionais

 Fonte: adaptado de FGV, Fundação Getúlio Vargas. Relatório de Pesquisa. Rio de Janeiro: FGV, 2003.

O planejamento tático tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo.

Exemplo: divisão de uma área industrial em duas áreas (produção e técnica) para ter melhor administração dos recursos da empresa.

Segundo Porter e Montgomery (1999) decisões que ocorrem no nível gerencial e produzem efeitos a médio prazo e de menor impacto na estratégia da organização, com informações sintetizadas por unidade departamental, de um negócio ou uma atividade da empresa.

De acordo com Pinto (2007) neste nível, entra a figura dos gerentes, coordenadores, supervisores e demais funções. Este nível tem como objetivo principal o desdobramento da estratégia, ou seja, de como será realizado o caminho para a consecução dos objetivos estratégicos (já estabelecidos no nível acima), utilizando de forma eficiente (cumprindo os processos) e eficaz (atingindo os objetivos), desdobrando-os em metas específicas para suas áreas e liderados.

Para Costa (2009) é o nível administrativo que articula internamente o nível institucional com o nível operacional da organização. É o nível do meio do campo e é composto pelos gerentes. Recebe o nome de nível gerencial ou tático. Funciona como uma camada amortecedora dos impactos ambientais, pois recebe as decisões globais tomadas no nível institucional as transforma em programas de ação para o nível operacional. Interpreta a missão e os objetivos fundamentais do negócio, traduzindo-os em meios de ação cotidiana para que o nível operacional possa transforma-los em execução.

O modo de decisão ocorre de modo diferenciado nos diferentes níveis organizacionais e assim pode se afirmar que Decisões Táticas relacionam-se com objetivos de mais curto prazo e com maneiras e ações que, geralmente afetam somente parte da empresa. Já decisões estratégicas relacionam-se com objetivos de longo prazo, com maneiras e ações que afetam toda a empresa.

Camada Estratégica e a TI [UTILIZAÇÃO da TI]

Utilização da Tecnologia da Informação nas Diversas Áreas

Quando surgiu o uso de tecnologia da informação aliado à informática nas organizações o custo dos equipamentos era muito alto, o que fez com que somente as grandes empresas pudessem adquirir tais sistemas. Hoje, com a evolução da informática e das ferramentas de telecomunicações esta realidade mudou, fazendo com que toda e qualquer empresa que deseja possa ter um eficiente sistema de informações gerenciais.

Durante a década de 60 a TI serviu para agilizar e controlar as informações financeiras, administrando recebimentos e pagamentos originários de vendas ou serviços prestados. Na década de 70 o departamento de produção pôde passar a desfrutar deste benefício, controlando os pedidos de vendas e de estoques, passando a dividir as informações com os departamentos responsáveis por compra e venda, agilizando e descentralizando o processo.

Na década de 80 o surgimento dos microcomputadores e a comunicação de dados fizeram com que a tecnologia se renovasse, promovendo a aplicação por pequenas empresas e introduzindo novos usuários, de maneira que a ligação conhecida hoje por cliente-servidor passasse a integrar toda a estrutura da empresa. Nos anos 90 o compartilhamento de informações através de redes locais permitiu aos usuários a utilização dos recursos de modo mais satisfatório.

Entretanto, a internet foi a revolução maior dentro do contexto das informações, visto que permite que usuários possam trocar informações de um país para o outro, reduzindo custos e possibilitando usufruir de serviços independentemente do local onde se encontram.
Todo sistema, mesmo que não use recursos de tecnologia da informação, mas que gera e manipula informações pode ser considerado um sistema de informações. Independente de seu tipo, nível ou classificação, seu maior objetivo é auxiliar o processo de tomada de decisões, sendo sempre direcionado ao alcance do objetivo organizacional.

A gestão de informações e dados bem como os seus recursos são parte integrante da tecnologia da informação, formando um enorme sistema de informações interligados. Muitas vezes sendo a TI é confundida com a própria informática, com um departamento ou com o sistema utilizado na sua gestão.

São encontrados algumas ferramentas em busca da consolidação dos processos e das negociações, dentre os quais podemos citar:

• Data Warehouse – DW: ferramenta que armazena dados e possibilita a visualização dos fatores que influenciam diretamente na organização.
• Enterprise Resource Planning – ERP: esta ferramenta é um software de planejamento que integra os dados-chave e a comunicação entre os setores da empresa, detalhando as informações das operações nas quais estão envolvidas.
• Customer Relationship Management – CRM: esta ferramenta permite conhecer o perfil do cliente, baseado em dados obtidos em processos internos a fim de estabelecer um forte relacionamento com os mesmos.
• Business intelligence – BI: é um conjunto de ferramentas que possibilita organizar as informações, de modo a analisar, distribuir e agir na melhor escolha das decisões, permite uma visão completa do negócio.
• Intranet, internet, Extranet: é a rede mundial de computadores, ligados as ferramentas de telecomunicações. A Intranet utiliza a rede somente dentro da organização, Internet utiliza a rede mundial e a Extranet é a união entre as duas tecnologias, visto que interliga a rede de uma empresa matriz com a sua filial através da internet.
• Business 2 Business – B2B: são as ferramentas utilizadas entre empresas e seus fornecedores.
• Business 2 Consumer – B2C: são ferramentas que buscam atrair a confiança dos clientes, oferecendo catálogos, promoções, pedidos interativos, entre outros.

Combinando custo baixo e desempenho excepcional, seu avanço foi inevitável e todas as áreas das mais diversas organizações podem utilizá-la. É possível para um médico analisar um paciente através das informações passadas por este, apresentando resultado de exames e diagnosticá-lo mesmo sem estar presente pessoalmente.

Planejamento de Infraestrutura com Ambiente Microsoft

Planejamento de Instalação

Pré Instalação

Objetivo:

O objetivo é gerir de forma prática e viável os usuários e suas condições no ambiente de rede utilizando o Sistema Operacional Windows Server 2012 – versão Enterprise sem limitações de recursos para que não haja problemas de implementação futura.

• Equipamento de hardware e tolerância a falhas

Produto da série E5-2400 utilizando processador INTEL XEON criado com base para data centers.
Possui expansão de recursos como memória para atender um eventual aumento de consumo.
Opção de discos até 4 unidades
2 soquetes de processador podendo expandir mais um objeto
Cache de 2,5 mb por núcleo – 6 núcleos no total
Alimentação com fonte redundante de 550W
Armazenamento do tipo SAS com discos de 72 gb em raid 0 + 1
Observação: Esse servidor apenas será objeto de gerenciamento de rede e não armazenamento de arquivos, para file Server e outros fins serão outros equipamentos e alguns possivelmente virtualizados.

• Necessidade dos usuários

Ter acesso ao servidor através da rede com participação em compartilhamentos criados pelos administradores
Níveis de acesso para utilizar somente o necessário de cada grupo ou usuário baseado em Active Directory com estratégia adotada AGDLP;
Participar em unidades organizacionais para melhor visualização e clareza no gerenciamento.

• Segurança

Determinar a casa grupo ou usuário sua forma de participação em servidores de arquivos
Restringir o acesso a recursos, pastas e arquivos
Utilizar das políticas de grupo para viabilizar e cuidar da segurança

• Sistema de Arquivos

O Sistema de Arquivos que usaremos no Windows Server 2012 será o ReFS(Resilient File System).

• Licenciamento

O tipo de licenciamento adotado será o de aquisição do Windows Server por volume, além das cals por usuário.

• Forma de Participação na Rede

O modo de participação dos usuários na rede será baseado no controlador de domínio, este chamado Active Directory recurso do Windows Server 2012.

planejamento_infraestrutura_TI

Pós Instalação

• Hardware

Verificar os drivers instalados, atualizar se necessário confirmar se estão assinados pela Microsoft (homologação).

• Opções de inicialização e recuperação

Certificar que as opções estão ajustadas e seguras para um melhor desempenho do equipamento e do sistema operacional.

• Análise

Utilizar um recurso nativo do sistema operacional como o caso do MSinfo32 para analisar os recursos e serviços.

• Tempo

Ajustar se necessário as opções de data, hora e idioma e conferir se vão ser compatíveis com aplicações e bancos de dados futuros se houver.

 

 

Camada Estratégica e a TI [Tecnologia da Informação]

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

A informação é considerada um dos recursos mais importantes da organização e ganha extremo valor estratégico quando é organizada de forma planejada, visto que possibilitam a diminuição do grau de incerteza e melhora a qualidade das decisões. Para que as relações entre o planejamento estratégico estejam bem integradas as informações devem ser coerentes em todos os níveis do planejamento. Para tanto se faz necessário uma perfeita metodologia entre as Tecnologias de Informações e o Planejamento Estratégico.

A necessidade da informação nos processos de tomadas de decisões das organizações é bem característica das atividades empresariais, sendo parte fundamental, visto que regulam as relações da empresa com o seu ambiente.

Nos anos 60 os serviços de processamento de dado das organizações eram totalmente centralizados, sendo executado por apenas um departamento, todas as informações eram trocadas através dos chamados malotes em arquivos de papel, tornando o processo por demorado em demasia. Com a evolução da tecnologia e o fácil acesso às informações a infra-estrutura dos negócios está modificando as atividades produtivas e comunicativas.
O termo Tecnologia de Informações foi utilizado inicialmente por Leavitt e Whisler para enfatizar o uso de computadores durante o processo de tomada de decisões e para o processamento de informações pelas organizações (SOUZA, 2004, p.30).

Na literatura muitos são os termos encontrados para definir a tecnologia da informação, contudo o mais adequado, neste caso, é conjunto de equipamentos, programas, software, hardware, bem como recursos humanos e de comunicação, com a finalidade de desempenhar, manipular, processar, disseminar e utilizar as informações em uma organização.

Sua principal importância está na capacidade de manuseio das informações auxiliando aos gestores no processo de tomada de decisões. Englobam computadores, redes de comunicações e todos os meios de transmissões. Atualmente as ferramentas de TI são variadas utilizando-se da internet, sistemas de informações gerenciais, satélites entre outras.
Utilizar as tecnologias de informações pode proporcionar às empresas uma maior produtividade e eficácia organizacional, modificando todo o planejamento anterior com um simples passe de mágica, melhorando e transformando o processo organizacional, tornando a empresa flexível de modo que ela possa reagir ao mercado rapidamente.

A TI tem o poder de modificar toda a estrutura da empresa, bem como suas operações, permeando atividades de valor e criando vantagens sobre seus concorrentes, favorecendo o sucesso organizacional de forma ampla e desmistificada.
Fazer uso de informações de qualidade poderá apoiar a tomada de decisões, influenciando no comportamento das pessoas, passando a ser um fator de extrema importância, através da multiplicação de esforços e dos resultados obtidos. Contudo, seu uso em conjunto com o planejamento estratégico está, agora, ganhando novas forças e rompendo barreiras ditas tradicionais.

Camada Estratégica e a TI [Tomada de Decisão]

Decisão, segundo Rosini e Palmisano (2003) “é a escolha de uma ou mais alternativas com o fim de atingir um objetivo proposto com a menor probabilidade de erro ou fracasso possível”.

Algumas decisões têm características dos dois tipos precedentes, por isso são chamadas de Semiestruturadas; nesses casos, apenas parte do problema tem uma resposta clara e precisa, dada por um procedimento aceito. Em geral, decisões estruturadas são mais corriqueiras nos níveis organizacionais mais baixos, enquanto problemas não estruturados são mais comuns nos níveis mais altos da empresa. (LAUDON e LAUDON, 2010).

Bataglia e Yo (2008, p.85) admite que decisão organizacional é um comprometimento específico para a ação (usualmente de recursos), e que o processo decisório é o conjunto de ações e fatores dinâmicos que começam com a identificação de um estímulo inicial para a ação e terminam com o comprometimento para ela.

A decisão é estratégica quando considerada importante pelos gestores da alta administração em termos das ações tomadas, dos recursos comprometidos ou dos precedentes estabelecidos. Além disso, seu processo decisório e não-estruturado, ou seja, é novo, incerto, não ocorreu anteriormente; para ele não existe um conjunto explicito e predeterminado de respostas ordenadas na organização.

Enfim, a decisão passa a ser estratégica quando é tomada pela grande cúpula da organização, pelos altos executivos, e pode contribuir efetivamente para o sucesso empresarial. Tais decisões envolvem posicionamento estratégico, apresentação de riscos, decisões relacionadas a funções organizacionais e a política organizacional.

Bataglia e Yo (2008, p.86), propõem o Modelo Geral do Processo Decisório Estratégico, apresentado na Figura 1. O modelo e composto de três fases: identificação, desenvolvimento e seleção. Destaca-se no modelo a idéia de que não existe uma relação seqüencial e simples entre as fases.

FIGURA 1 – Processo de Decisão estratégica

 processo_de_decisão_estratégica

Fonte: adaptado de BATAGLIA, Walter; YO, Abraham Sin Oih. A sincronização da tomada de decisão estratégica com o planejamento estratégico formal. Revista de administração Mackenzie, v.9, n.5, p.82-111, 2008.

Para os autores, cada fase do processo de decisão estratégica é constituída por rotinas. Na fase de identificação é onde ocorrem as rotinas de reconhecimento e diagnóstico. Para a rotina de reconhecimento as oportunidades e eventuais ameaças ou problemas são identificados. Para a rotina de diagnostico se organiza a informação disponível e se levantam eventuais novas informações para formulação do problema, esta fase está ligada a fase de reconhecimento.

A próxima fase é a de desenvolvimento, na qual ocorrem as rotinas de busca e projeto. Para a rotina de busca é utilizada na busca de soluções prontas ou semi-prontas no ambiente externo ou interno da organização. Para a rotina de projeto é utilizada no desenvolvimento de soluções customizadas, ou seja, planejadas sob medida especialmente para a decisão. Esta fase é também utilizada para modificar soluções existentes, advindas com problemas futuros e fora da organização, adaptando-as a situações particulares.

A fase de seleção é onde ocorrem as rotinas de pré-seleção, avaliação-escolha e autorização. A primeira trata a respeito da utilização para eliminar o que é inviável buscando soluções mais passiveis de avaliação. A segunda trás três modos que são: julgamento de valor, quando um indivíduo utiliza sua intuição para escolher sem justificar suas razões; barganha, quando as partes envolvidas na decisão chegam a um consenso; e analise, quando ocorre avaliação factual. A terceira trata quando há de envolvidos no processo que não possuem a autoridade necessária para comprometer a organização em determinado curso de ação.

Cabe ressaltar que este é um modelo sugerido poderá ou não trazer benefícios para a organização, apresentando etapas a serem seguidas para que as decisões sejam analisadas, avaliadas de modo estratégico, seguindo um planejamento estratégico eficiente, eficaz e efetivo, combinando um comportamento calculado e instrumental.

 

O Empreendedorismo aliado a Tecnologia e o Stress

Empresários passam grandes riscos financeiros, trabalham longas horas e praticamente torturam-se tentando se manter à tona e construir um negócio a partir do zero. Se você pensar sobre isso, é uma provação angustiante francamente. Por que alguém iria querer passar com ele?
É porque, apesar das dificuldades e da experiência, há pepitas de alegria e satisfação que podem ser derivados a partir dele e, no final do túnel, se você está comprometido o suficiente, é uma recompensa substancial.

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Essas recompensas são diferentes para todos, mas se você analisá-lo com cuidado, existem motivações que impulsionam a maioria dos empresários:

1. Dinheiro.
Você pode negar o quanto quiser, mas a grande maioria dos empresários entra no jogo, pelo menos, parcialmente por causa do potencial para fazer lotes e lotes de dinheiro. Histórias sobre gênios empresariais, como Richard Branson e Mark Zuckerberg fazem parecer possível para qualquer cidadão entusiasmado com uma boa idéia para se tornar um bilionário durante a noite. isto não é exatamente verdade, mas qualquer empresário dedicado com uma boa idéia e grande distribuição pode fazer muito mais dinheiro do que jamais poderia, em uma posição tradicional. Não há nada errado com o ganho de  dinheiro, mas se o fascínio de riqueza é a única coisa que você enxerga, corre o risco de tornar-se frustrado se você não ver os lucro nos primeiros anos.

2. A flexibilidade.
Alguns empresários se aventuram por conta própria, porque eles estão cansados ​​das demandas de trabalho tradicional. Em uma posição de alto nível, as exigências são excepcionais – longas horas de trabalho, atendendo aos caprichos de seus patrões e clientes, e sendo preso na mesma velha rotina de responsabilidades. Ser seu próprio patrão no mundo do empreendedorismo liberta-o de essas restrições. Você pode trabalhar suas próprias horas, onde quer que você sente como trabalhar, e definir seus próprios objetivos e responsabilidades. Esteja ciente de que o empreendedorismo é extremamente exigente, especialmente nos primeiros estágios de crescimento, de modo a trabalhar suas próprias horas nem sempre significa trabalhar menos horas ou trabalhar sob menos stress. Na verdade, muitas pessoas acham que eles trabalham mais, por mais tempo, e sob restrições mais severas como empresários do que eles fizeram como trabalhadores – mas ainda é gratificante.

3. Controle.
O desejo de unidades de controle de muitos empresários que aspiram a alcançar uma posição de liderança. Quando você é o chefe de sua própria organização, você vai ter que chamar todos os jeitos de quem é contratado e qual o salário para que direção estratégica. Trabalhadores cansados de performances pobres de suas empresas anteriores, ou aqueles que trabalham ao abrigo de um CEO inepto, pode ser especialmente motivado por este factor. Uma vez enraizada em um negócio, os empresários têm controle total sobre todas as decisões tomadas sob elas. O outro lado é, naturalmente, o estresse adicional e pressão que ir junto com essa responsabilidade. Você vai ter o privilégio de definir o curso para o seu negócio, mas se isso falhar claro, só que você vai tem que se culpar.

Enfim a tecnologia ajuda a atingir o propósito, mas cabe o empreendedor ser coerente e não fadigar durante a jornada.

E vamos ao WorkHard.

Algumas pesquisas foram feitas pelo The SFGate.

Pontos de análise para abertura de uma universidade

Este é um trabalho baseado na intenção de constituição ou abertura de uma nova universidade em uma região ampla, porém já sitiada por concorrentes. Imaginando que seria necessário analisar alguns pontos, utilizei tópicos fundamentais, claro que outros são importantes, mas estes são exemplos para que se abra um leque de conhecimento e os outros pontos sejam discutidos em um brainstorm.

Missão, Visão e Valores

Missão da Universidade

A Universidade existe para construir, compartilhar e difundir conhecimento, comprometida com a formação de pessoas e com o
desenvolvimento da sociedade.

Visão da Universidade

Ser referência como instituição de ensino superior na formação científica, ética e humana.

Valores da Universidade

Comprometimento;
Transparência;
Corresponsabilidade;
Ética;
Inovação;
Excelência Acadêmica;
Valorização do ser humano.

Responsabilidade Ambiental

  • Todo e qualquer bem material da Universidade deverá ser adquirido, usado e descartado de maneira sustentável, ou seja,
    prejudicando o mínimo possível o meio ambiente e todas as formas de vida.
  • Dar treinamento aos colaboradores para que absorvam a importância da sustentabilidade, uso dos recursos naturais de forma
    racional, criação de programas de pós consumo para descarte de resíduos.
  • Disponibilizar setores ou guichês com local de descarte de objetos eletrônicos.
  • Identificar e sinalizar locais onde possam ser descartados lixos e objetos para o descarte consciente.

Análise SWOT

Pontos Fortes 

  • Localização;
  • Amplo Estacionamento;
  • Potencial de Crescimento na Região
  • Equipamentos de Última Geração.

Pontos Fracos

  • Concorrência Local;
  • Quantidade de Cursos.

Oportunidades

  • Região de Grandes Polos Universitários;
  • Possibilidade de Abertura de Novos Cursos e Especificações.

Ameaças

  • Região de Grandes Polos Universitários;
  • Abertura de Outras Faculdades.

Áreas Funcionais e Departamentalização

Reitoria
• Presidência
• Coordenação Geral
• Administração e Controle
• Secretária Executiva

Administração
• Diretoria
• Gerência de Atendimento
• Atendimento Universidade
• Atendimento Faculdade Administração e Contábeis
• Atendimento Faculdade Informática
• Gateway Pagamentos
• Administrativo/Financeiro
• Recursos Humanos

Faculdades
• Direção Faculdade Administração e Contábeis
• Direção Faculdade Informática

Serviços de Apoio
• Portaria/Vigilância
• Serviços de Limpeza
• Segurança Patrimonial
• Fotocópias

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