Arquivo para 'Tecnologia'

Representações Gráficas Nível Estratégico x Tecnologia da Informação

Estas representações gráficas foram geradas conforme resultados de questionários aplicados a profissionais da citada camada estratégica, algumas representações gráficas relacionadas demonstram o entendimento dos mesmos sobre a tecnologia da informação.

cloud_computing

A representação gráfica demonstra que existe ainda dúvidas sobre o que é, e os benefícios da computação em nuvem. Mas também mostra que houve um avanço neste tipo de solução já que 45,45% (05 dos questionados) já utilizam em suas organizações este serviço.

praticas

Este é um resultado expressivo que mostra a falta de conhecimento sobre as práticas quem podem melhorar o TI da organização. Dos Entrevistados (10) 90,91% não tinham conhecimento sobre tal recurso, e apenas (01) 9,09% utiliza um recurso provavelmente desenvolvido internamente.

importancia_tiDentro da escala, de 1 a 5 apenas foram 02 os questionados que demonstraram que o TI pode não ser impactante na organização, com isso ainda é possível imaginar que alguns negócios ainda conseguem se sustentar sem a tecnologia.

Entre 6 e 9 foram 03 os questionados que apresentam já utilização ou interesse no departamento, e que percebem a função do mesmo.

Dos questionados, foram 06 que já apresentam forte aproximação do departamento de TI percebendo a essencial função para o funcionamento.

O resultado de 8,36% foi o resultado médio levado em consideração pelos questionados, é notável que a necessidade da TI já é imprescindível nessas organizações.

a_organizacao_possui_planejamento_estrategico

Dos questionados, 06 responderam que possuem planejamento estratégico de TI na organização, 04 responderam que não, e apenas 01 não tem certeza sobre a possibilidade ou existência.

É importante observar que impressiona a quantidade de respostas SIM, pois o planejamento estratégico de TI normalmente é praticado quando já existe o planejamento estratégico da empresa.

nivel_tecnologiaDos 11 questionados, de 1 a 5 foram 02 os que responderam que a tecnologia disponível atualmente na organização atende pouco as necessidades, isso representa uma expectativa de melhora.

De 6 a 10 da escala, 09 questionados já observam um avanço no impacto da tecnologia na organização.

A média de 7,18% é o nível considerado pelos questionados, este resultado mostra uma aceitação, mas é possível que melhore.

software_computadores_necessidades

Na escala de 7 a 10 os questionados consideram satisfatória a tecnologia disponível envolvendo software e computadores. Isso representa 8,18% é uma margem satisfatória quando considerado que software e computadores são partes essenciais do envolvimento com a tecnologia da informação.

indicadores
Dos 11 questionados, 03 responderam que não possuem, 05 ficaram em dúvida e 03 responderam que existe sim uma ação relacionada com a resposta abaixo:

Capacidade e velocidade das informações nos processos

Planejamento estratégico de Logística

BSC – Balanced Scorecard

Provavelmente, as duas primeiras respostas são práticas constituídas e personalizadas pelos mesmos, e o BSC que já é prática comum e conhecida deve ou não estar sendo baseado no negócio e não na tecnologia.

funcionais

resultados_planejamento

Relativamente a representação gráfica em consideração as áreas, os valores dedicados pelos questionados foram razoáveis, somente 01 dos questionados respondeu com valores bem diferentes da maioria, isso representa sua visão em relação ao seu negócio atualmente.

Camada Estratégica e a TI [PETI]

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Galliers (1987 apud BERMEJO, 2009, p.47) define Planejamento Estratégico de TI como uma tarefa de gestão na qual se lida com considerações como integração dos sistemas de informação aos processos de planejamento corporativo, decisões de aquisições de recursos de Tecnologia da Informação, processos de desenvolvimento de aplicações, entre outros.

Segundo Rezende e Abreu (2002, p. 43), o PETI é um processo dinâmico e interativo para estruturar estratégica, tática e operacionalmente (i) as informações organizacionais, (ii) a TI, (iii) os sistemas de informação, (iv) as pessoas envolvidas e (v) a infraestrutura necessária para o atendimento de todas as decisões, ações e respectivos processos da organização.

De acordo com Bermejo (2009), a teoria do planejamento estratégico de TI possui sete componentes, a saber: (1) ambiente externo; (2) ambiente interno; (3) planejamento de recursos; (4) processo de planejamento; (5) plano estratégico de TI ou plano de informação; (6) implementação do plano de informação; e (7) alinhamento do plano de informação com o plano de negócio da organização.

Configurando o Dropbox como Serviço

O aplicativo Dropbox é eficaz, e traz recursos de inicialização apenas quando logon de usuário, porém existem os casos onde instalamos em ambientes de servidores como o Windows Server 2008 ou 2003.

Para isso, é necessário transformar a aplicação em um serviço e com isso vamos aos requisitos:

Sistema operacional Windows Server 2008
Possuir o Windows Server 2003 Resource Kit instalado (Isso mesmo, 2003)

Instale o Drobox (www.dropbox.com)

dropbox_as_service

Depois de instalado, garanta que as preferências estejam desabilitadas:

Mostrar Notificação na Área de Trabalho(“Show desktop notifications”)

Iniciar Dropbox quando o sistema iniciar(“Start Dropbox on system startup”)

Feche o Dropbox clicando com o botão direito e fechar

Com o Windows Resource Kit instalado, digite exatamente o comando abaixo no executar:

C:\Program Files (x86)\Windows Resource Kits\Tools>instsrv Dropbox “c:\Program Files (x86)\Windows Resource Kits\Tools\srvany.exe”

Se tudo der certo, exibirá a seguinte mensagem:

O Serviço foi adicionado com sucesso!(The service was successfuly added!)

Agora, mude o usuário que executa o serviço do dropbox utilizando o próprio administrador,

nas propriedades do serviço Dropbox:

clique na aba logon, clique em esta conta, e selecione ou digite sua conta de administrador(administrator), clique em aplicar e ok.

Se for a primeira vez que está apropriando um serviço a conta de administrador, você receberá a seguinte mensagem:

O usuário administrador garantiu logon com privilégios no serviço(Administrator user has been granted log on as service rights).

No registro do Windows(Iniciar, Executar, Regedit), faça as seguintes alterações:

Navegue até HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Services\Dropbox
Dentro de Dropbox crie a seguinte chave “Parameters”

Adicione uma nova String Value “Application” do tipo REG_SZ e insira o caminho de onde fica o executável do dropbox.exe, no caso padrão seria “C:\Program Files (x86)\Dropbox\Client\dropbox.exe”.

Feche o editor de registro(regedit)

Vá até os serviços(services.msc) novamente e inicie o serviço, agora ele deve estar com o status de iniciado e trabalhando em background.

Caso seja necessário abrir o dropbox para fazer alterações pare o serviço antes, depois feche totalmente a aplicação e inicie o serviço novamente.

Para saber se o sincronismo está ocorrendo normalmente, basta logar no Dropbox.com e olhar as modificações ou inclusões de arquivos.

Camada Estratégica e a TI [UTILIZAÇÃO da TI]

Utilização da Tecnologia da Informação nas Diversas Áreas

Quando surgiu o uso de tecnologia da informação aliado à informática nas organizações o custo dos equipamentos era muito alto, o que fez com que somente as grandes empresas pudessem adquirir tais sistemas. Hoje, com a evolução da informática e das ferramentas de telecomunicações esta realidade mudou, fazendo com que toda e qualquer empresa que deseja possa ter um eficiente sistema de informações gerenciais.

Durante a década de 60 a TI serviu para agilizar e controlar as informações financeiras, administrando recebimentos e pagamentos originários de vendas ou serviços prestados. Na década de 70 o departamento de produção pôde passar a desfrutar deste benefício, controlando os pedidos de vendas e de estoques, passando a dividir as informações com os departamentos responsáveis por compra e venda, agilizando e descentralizando o processo.

Na década de 80 o surgimento dos microcomputadores e a comunicação de dados fizeram com que a tecnologia se renovasse, promovendo a aplicação por pequenas empresas e introduzindo novos usuários, de maneira que a ligação conhecida hoje por cliente-servidor passasse a integrar toda a estrutura da empresa. Nos anos 90 o compartilhamento de informações através de redes locais permitiu aos usuários a utilização dos recursos de modo mais satisfatório.

Entretanto, a internet foi a revolução maior dentro do contexto das informações, visto que permite que usuários possam trocar informações de um país para o outro, reduzindo custos e possibilitando usufruir de serviços independentemente do local onde se encontram.
Todo sistema, mesmo que não use recursos de tecnologia da informação, mas que gera e manipula informações pode ser considerado um sistema de informações. Independente de seu tipo, nível ou classificação, seu maior objetivo é auxiliar o processo de tomada de decisões, sendo sempre direcionado ao alcance do objetivo organizacional.

A gestão de informações e dados bem como os seus recursos são parte integrante da tecnologia da informação, formando um enorme sistema de informações interligados. Muitas vezes sendo a TI é confundida com a própria informática, com um departamento ou com o sistema utilizado na sua gestão.

São encontrados algumas ferramentas em busca da consolidação dos processos e das negociações, dentre os quais podemos citar:

• Data Warehouse – DW: ferramenta que armazena dados e possibilita a visualização dos fatores que influenciam diretamente na organização.
• Enterprise Resource Planning – ERP: esta ferramenta é um software de planejamento que integra os dados-chave e a comunicação entre os setores da empresa, detalhando as informações das operações nas quais estão envolvidas.
• Customer Relationship Management – CRM: esta ferramenta permite conhecer o perfil do cliente, baseado em dados obtidos em processos internos a fim de estabelecer um forte relacionamento com os mesmos.
• Business intelligence – BI: é um conjunto de ferramentas que possibilita organizar as informações, de modo a analisar, distribuir e agir na melhor escolha das decisões, permite uma visão completa do negócio.
• Intranet, internet, Extranet: é a rede mundial de computadores, ligados as ferramentas de telecomunicações. A Intranet utiliza a rede somente dentro da organização, Internet utiliza a rede mundial e a Extranet é a união entre as duas tecnologias, visto que interliga a rede de uma empresa matriz com a sua filial através da internet.
• Business 2 Business – B2B: são as ferramentas utilizadas entre empresas e seus fornecedores.
• Business 2 Consumer – B2C: são ferramentas que buscam atrair a confiança dos clientes, oferecendo catálogos, promoções, pedidos interativos, entre outros.

Combinando custo baixo e desempenho excepcional, seu avanço foi inevitável e todas as áreas das mais diversas organizações podem utilizá-la. É possível para um médico analisar um paciente através das informações passadas por este, apresentando resultado de exames e diagnosticá-lo mesmo sem estar presente pessoalmente.

Planejamento de Infraestrutura com Ambiente Microsoft

Planejamento de Instalação

Pré Instalação

Objetivo:

O objetivo é gerir de forma prática e viável os usuários e suas condições no ambiente de rede utilizando o Sistema Operacional Windows Server 2012 – versão Enterprise sem limitações de recursos para que não haja problemas de implementação futura.

• Equipamento de hardware e tolerância a falhas

Produto da série E5-2400 utilizando processador INTEL XEON criado com base para data centers.
Possui expansão de recursos como memória para atender um eventual aumento de consumo.
Opção de discos até 4 unidades
2 soquetes de processador podendo expandir mais um objeto
Cache de 2,5 mb por núcleo – 6 núcleos no total
Alimentação com fonte redundante de 550W
Armazenamento do tipo SAS com discos de 72 gb em raid 0 + 1
Observação: Esse servidor apenas será objeto de gerenciamento de rede e não armazenamento de arquivos, para file Server e outros fins serão outros equipamentos e alguns possivelmente virtualizados.

• Necessidade dos usuários

Ter acesso ao servidor através da rede com participação em compartilhamentos criados pelos administradores
Níveis de acesso para utilizar somente o necessário de cada grupo ou usuário baseado em Active Directory com estratégia adotada AGDLP;
Participar em unidades organizacionais para melhor visualização e clareza no gerenciamento.

• Segurança

Determinar a casa grupo ou usuário sua forma de participação em servidores de arquivos
Restringir o acesso a recursos, pastas e arquivos
Utilizar das políticas de grupo para viabilizar e cuidar da segurança

• Sistema de Arquivos

O Sistema de Arquivos que usaremos no Windows Server 2012 será o ReFS(Resilient File System).

• Licenciamento

O tipo de licenciamento adotado será o de aquisição do Windows Server por volume, além das cals por usuário.

• Forma de Participação na Rede

O modo de participação dos usuários na rede será baseado no controlador de domínio, este chamado Active Directory recurso do Windows Server 2012.

planejamento_infraestrutura_TI

Pós Instalação

• Hardware

Verificar os drivers instalados, atualizar se necessário confirmar se estão assinados pela Microsoft (homologação).

• Opções de inicialização e recuperação

Certificar que as opções estão ajustadas e seguras para um melhor desempenho do equipamento e do sistema operacional.

• Análise

Utilizar um recurso nativo do sistema operacional como o caso do MSinfo32 para analisar os recursos e serviços.

• Tempo

Ajustar se necessário as opções de data, hora e idioma e conferir se vão ser compatíveis com aplicações e bancos de dados futuros se houver.

 

 

Camada Estratégica e a TI [Tomada de Decisão]

Decisão, segundo Rosini e Palmisano (2003) “é a escolha de uma ou mais alternativas com o fim de atingir um objetivo proposto com a menor probabilidade de erro ou fracasso possível”.

Algumas decisões têm características dos dois tipos precedentes, por isso são chamadas de Semiestruturadas; nesses casos, apenas parte do problema tem uma resposta clara e precisa, dada por um procedimento aceito. Em geral, decisões estruturadas são mais corriqueiras nos níveis organizacionais mais baixos, enquanto problemas não estruturados são mais comuns nos níveis mais altos da empresa. (LAUDON e LAUDON, 2010).

Bataglia e Yo (2008, p.85) admite que decisão organizacional é um comprometimento específico para a ação (usualmente de recursos), e que o processo decisório é o conjunto de ações e fatores dinâmicos que começam com a identificação de um estímulo inicial para a ação e terminam com o comprometimento para ela.

A decisão é estratégica quando considerada importante pelos gestores da alta administração em termos das ações tomadas, dos recursos comprometidos ou dos precedentes estabelecidos. Além disso, seu processo decisório e não-estruturado, ou seja, é novo, incerto, não ocorreu anteriormente; para ele não existe um conjunto explicito e predeterminado de respostas ordenadas na organização.

Enfim, a decisão passa a ser estratégica quando é tomada pela grande cúpula da organização, pelos altos executivos, e pode contribuir efetivamente para o sucesso empresarial. Tais decisões envolvem posicionamento estratégico, apresentação de riscos, decisões relacionadas a funções organizacionais e a política organizacional.

Bataglia e Yo (2008, p.86), propõem o Modelo Geral do Processo Decisório Estratégico, apresentado na Figura 1. O modelo e composto de três fases: identificação, desenvolvimento e seleção. Destaca-se no modelo a idéia de que não existe uma relação seqüencial e simples entre as fases.

FIGURA 1 – Processo de Decisão estratégica

 processo_de_decisão_estratégica

Fonte: adaptado de BATAGLIA, Walter; YO, Abraham Sin Oih. A sincronização da tomada de decisão estratégica com o planejamento estratégico formal. Revista de administração Mackenzie, v.9, n.5, p.82-111, 2008.

Para os autores, cada fase do processo de decisão estratégica é constituída por rotinas. Na fase de identificação é onde ocorrem as rotinas de reconhecimento e diagnóstico. Para a rotina de reconhecimento as oportunidades e eventuais ameaças ou problemas são identificados. Para a rotina de diagnostico se organiza a informação disponível e se levantam eventuais novas informações para formulação do problema, esta fase está ligada a fase de reconhecimento.

A próxima fase é a de desenvolvimento, na qual ocorrem as rotinas de busca e projeto. Para a rotina de busca é utilizada na busca de soluções prontas ou semi-prontas no ambiente externo ou interno da organização. Para a rotina de projeto é utilizada no desenvolvimento de soluções customizadas, ou seja, planejadas sob medida especialmente para a decisão. Esta fase é também utilizada para modificar soluções existentes, advindas com problemas futuros e fora da organização, adaptando-as a situações particulares.

A fase de seleção é onde ocorrem as rotinas de pré-seleção, avaliação-escolha e autorização. A primeira trata a respeito da utilização para eliminar o que é inviável buscando soluções mais passiveis de avaliação. A segunda trás três modos que são: julgamento de valor, quando um indivíduo utiliza sua intuição para escolher sem justificar suas razões; barganha, quando as partes envolvidas na decisão chegam a um consenso; e analise, quando ocorre avaliação factual. A terceira trata quando há de envolvidos no processo que não possuem a autoridade necessária para comprometer a organização em determinado curso de ação.

Cabe ressaltar que este é um modelo sugerido poderá ou não trazer benefícios para a organização, apresentando etapas a serem seguidas para que as decisões sejam analisadas, avaliadas de modo estratégico, seguindo um planejamento estratégico eficiente, eficaz e efetivo, combinando um comportamento calculado e instrumental.

 

O Empreendedorismo aliado a Tecnologia e o Stress

Empresários passam grandes riscos financeiros, trabalham longas horas e praticamente torturam-se tentando se manter à tona e construir um negócio a partir do zero. Se você pensar sobre isso, é uma provação angustiante francamente. Por que alguém iria querer passar com ele?
É porque, apesar das dificuldades e da experiência, há pepitas de alegria e satisfação que podem ser derivados a partir dele e, no final do túnel, se você está comprometido o suficiente, é uma recompensa substancial.

empreendedorismo_tecnologia_stress

Essas recompensas são diferentes para todos, mas se você analisá-lo com cuidado, existem motivações que impulsionam a maioria dos empresários:

1. Dinheiro.
Você pode negar o quanto quiser, mas a grande maioria dos empresários entra no jogo, pelo menos, parcialmente por causa do potencial para fazer lotes e lotes de dinheiro. Histórias sobre gênios empresariais, como Richard Branson e Mark Zuckerberg fazem parecer possível para qualquer cidadão entusiasmado com uma boa idéia para se tornar um bilionário durante a noite. isto não é exatamente verdade, mas qualquer empresário dedicado com uma boa idéia e grande distribuição pode fazer muito mais dinheiro do que jamais poderia, em uma posição tradicional. Não há nada errado com o ganho de  dinheiro, mas se o fascínio de riqueza é a única coisa que você enxerga, corre o risco de tornar-se frustrado se você não ver os lucro nos primeiros anos.

2. A flexibilidade.
Alguns empresários se aventuram por conta própria, porque eles estão cansados ​​das demandas de trabalho tradicional. Em uma posição de alto nível, as exigências são excepcionais – longas horas de trabalho, atendendo aos caprichos de seus patrões e clientes, e sendo preso na mesma velha rotina de responsabilidades. Ser seu próprio patrão no mundo do empreendedorismo liberta-o de essas restrições. Você pode trabalhar suas próprias horas, onde quer que você sente como trabalhar, e definir seus próprios objetivos e responsabilidades. Esteja ciente de que o empreendedorismo é extremamente exigente, especialmente nos primeiros estágios de crescimento, de modo a trabalhar suas próprias horas nem sempre significa trabalhar menos horas ou trabalhar sob menos stress. Na verdade, muitas pessoas acham que eles trabalham mais, por mais tempo, e sob restrições mais severas como empresários do que eles fizeram como trabalhadores – mas ainda é gratificante.

3. Controle.
O desejo de unidades de controle de muitos empresários que aspiram a alcançar uma posição de liderança. Quando você é o chefe de sua própria organização, você vai ter que chamar todos os jeitos de quem é contratado e qual o salário para que direção estratégica. Trabalhadores cansados de performances pobres de suas empresas anteriores, ou aqueles que trabalham ao abrigo de um CEO inepto, pode ser especialmente motivado por este factor. Uma vez enraizada em um negócio, os empresários têm controle total sobre todas as decisões tomadas sob elas. O outro lado é, naturalmente, o estresse adicional e pressão que ir junto com essa responsabilidade. Você vai ter o privilégio de definir o curso para o seu negócio, mas se isso falhar claro, só que você vai tem que se culpar.

Enfim a tecnologia ajuda a atingir o propósito, mas cabe o empreendedor ser coerente e não fadigar durante a jornada.

E vamos ao WorkHard.

Algumas pesquisas foram feitas pelo The SFGate.

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