Arquivo por Tag: Camada Estratégica

Camada Estratégica e a TI [Conclusão]

A atividade de planejar evita que ações das organizações sejam executadas ao acaso, sem qualquer preocupação com a eficiência, eficácia e efetividade para o alcance dos resultados. Sem um estudo prévio e a reserva de soluções para problemas envolvidos na realização da tarefa, o objetivo final pode ficar cada vez mais distante do alcance. O planejamento leva em consideração o conhecimento que se obteve com erros anteriores e a possibilidade de acertar já na primeira tentativa quando da realização de uma nova atividade.

No ambiente empresarial atual, a Tecnologia de Informação tem sido considerada como um dos componentes mais importantes, sendo que as organizações brasileiras têm utilizado ampla e intensamente esta tecnologia, tanto em nível estratégico como operacional.

strategy-chess

Esta utilização passa a ter como foco principal, não apenas a infraestrutura tecnológica necessária para a realização de processos e estratégias, mas a efetiva utilização da informação e todo o seu poder de transformação e apoio às práticas organizacionais.

Este trabalho teve por objetivo principal apresentar, no geral, a tecnologia de informação e sua utilização no planejamento estratégico organizacional, definindo e conceituando em auxílio aos gestores na evolução da empresa, por meio de sua aplicação prática. Verificando, assim, o aprendizado prático, aplicando as técnicas aprendidas no decorrer do curso.

A TI pode ser decisiva para o sucesso ou fracasso de uma empresa, contribuindo para que a organização seja ágil, flexível e forte, em vez de aguardar novas realizações ou insegura em relação a novos cenários que se apresentam. Portanto, um bom fluxo de informações aliado a uma boa qualidade final da solução de problemas por meio de decisões tomadas sobre processos consolidados e objetivos, podem causar às organizações um nível de competitividade bastante interessante.

O modo de planejar, administrar e controlar, está em processo de transformação e as ênfases que estão sendo dadas para o aspecto do conhecimento embutido na informação vêm tornando as organizações mais dinâmicas, no caminho do sucesso, mais flexíveis, qualitativas e muito mais competitivas.

Camada Estratégica

Observando os níveis hierárquicos, distinguem-se três tipos de planejamento: planejamento estratégico, tático e operacional.

O planejamento estratégico considera a empresa como um todo e é elaborado pelos níveis hierárquicos mais altos da organização. Relaciona-se com objetivos de longo prazo e com estratégias e ações para alcançá-los.

No segundo nível de planejamento, o tático, a atuação é em cada área funcional da empresa, compreendendo os recursos específicos. Seu desenvolvimento se dá pelos níveis organizacionais intermediários, tendo como objetivo a utilização eficiente dos recursos disponíveis com projeção em médio prazo. Em grandes empresas identifica-se facilmente este nível de planejamento, ele se dá nos escritórios superintendências regionais. Exemplificando: No Banco do Brasil esse planejamento ocorre nas superintendências estaduais. Seus planos de ação são desenvolvidos como forma e apoio às unidades operacionais (agências) num movimento sinérgico, objetivando o cumprimento dos objetivos e das metas estabelecidos no planejamento operacional (conceituado a seguir).

Já os planejamentos em nível operacional correspondem a um conjunto de partes homogêneas do planejamento tático, ou seja, identifica os procedimentos e processos específicos requeridos nos níveis inferiores da organização, apresentando planos de ação ou planos operacionais. É elaborado pelos níveis organizacionais inferiores, com foco nas atividades rotineiras da empresa, portanto, os planos são desenvolvidos para períodos de tempo bastante curtos.

A maioria dos planos é focada em inúmeros projeções, promessas que dependem de inúmeros fatores a serem cumpridas especificamente em um novo negocio.O planejamento deve ser feito dentro da empresa e de preferência juntamente com os funcionários e deve estar “exposto” a todos.

No desenvolvimento de uma estrutura organizacional têm-se os seguintes níveis de influência:

  • Nível estratégico;
  • Nível tático;
  • Nível operacional.

Estes níveis de influência estão relacionados aos tipos de planejamento, que podem ser visualizados numa “pirâmide empresarial”:

FIGURA 2 - Camada organizacionais

FIGURA 2 – Camadas organizacionais

 Fonte: adaptado de FGV, Fundação Getúlio Vargas. Relatório de Pesquisa. Rio de Janeiro: FGV, 2003.

O planejamento tático tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo.

Exemplo: divisão de uma área industrial em duas áreas (produção e técnica) para ter melhor administração dos recursos da empresa.

Segundo Porter e Montgomery (1999) decisões que ocorrem no nível gerencial e produzem efeitos a médio prazo e de menor impacto na estratégia da organização, com informações sintetizadas por unidade departamental, de um negócio ou uma atividade da empresa.

De acordo com Pinto (2007) neste nível, entra a figura dos gerentes, coordenadores, supervisores e demais funções. Este nível tem como objetivo principal o desdobramento da estratégia, ou seja, de como será realizado o caminho para a consecução dos objetivos estratégicos (já estabelecidos no nível acima), utilizando de forma eficiente (cumprindo os processos) e eficaz (atingindo os objetivos), desdobrando-os em metas específicas para suas áreas e liderados.

Para Costa (2009) é o nível administrativo que articula internamente o nível institucional com o nível operacional da organização. É o nível do meio do campo e é composto pelos gerentes. Recebe o nome de nível gerencial ou tático. Funciona como uma camada amortecedora dos impactos ambientais, pois recebe as decisões globais tomadas no nível institucional as transforma em programas de ação para o nível operacional. Interpreta a missão e os objetivos fundamentais do negócio, traduzindo-os em meios de ação cotidiana para que o nível operacional possa transforma-los em execução.

O modo de decisão ocorre de modo diferenciado nos diferentes níveis organizacionais e assim pode se afirmar que Decisões Táticas relacionam-se com objetivos de mais curto prazo e com maneiras e ações que, geralmente afetam somente parte da empresa. Já decisões estratégicas relacionam-se com objetivos de longo prazo, com maneiras e ações que afetam toda a empresa.

Camada Estratégica e a TI [PETI]

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Galliers (1987 apud BERMEJO, 2009, p.47) define Planejamento Estratégico de TI como uma tarefa de gestão na qual se lida com considerações como integração dos sistemas de informação aos processos de planejamento corporativo, decisões de aquisições de recursos de Tecnologia da Informação, processos de desenvolvimento de aplicações, entre outros.

Segundo Rezende e Abreu (2002, p. 43), o PETI é um processo dinâmico e interativo para estruturar estratégica, tática e operacionalmente (i) as informações organizacionais, (ii) a TI, (iii) os sistemas de informação, (iv) as pessoas envolvidas e (v) a infraestrutura necessária para o atendimento de todas as decisões, ações e respectivos processos da organização.

De acordo com Bermejo (2009), a teoria do planejamento estratégico de TI possui sete componentes, a saber: (1) ambiente externo; (2) ambiente interno; (3) planejamento de recursos; (4) processo de planejamento; (5) plano estratégico de TI ou plano de informação; (6) implementação do plano de informação; e (7) alinhamento do plano de informação com o plano de negócio da organização.

Camada Estratégica e a TI [UTILIZAÇÃO da TI]

Utilização da Tecnologia da Informação nas Diversas Áreas

Quando surgiu o uso de tecnologia da informação aliado à informática nas organizações o custo dos equipamentos era muito alto, o que fez com que somente as grandes empresas pudessem adquirir tais sistemas. Hoje, com a evolução da informática e das ferramentas de telecomunicações esta realidade mudou, fazendo com que toda e qualquer empresa que deseja possa ter um eficiente sistema de informações gerenciais.

Durante a década de 60 a TI serviu para agilizar e controlar as informações financeiras, administrando recebimentos e pagamentos originários de vendas ou serviços prestados. Na década de 70 o departamento de produção pôde passar a desfrutar deste benefício, controlando os pedidos de vendas e de estoques, passando a dividir as informações com os departamentos responsáveis por compra e venda, agilizando e descentralizando o processo.

Na década de 80 o surgimento dos microcomputadores e a comunicação de dados fizeram com que a tecnologia se renovasse, promovendo a aplicação por pequenas empresas e introduzindo novos usuários, de maneira que a ligação conhecida hoje por cliente-servidor passasse a integrar toda a estrutura da empresa. Nos anos 90 o compartilhamento de informações através de redes locais permitiu aos usuários a utilização dos recursos de modo mais satisfatório.

Entretanto, a internet foi a revolução maior dentro do contexto das informações, visto que permite que usuários possam trocar informações de um país para o outro, reduzindo custos e possibilitando usufruir de serviços independentemente do local onde se encontram.
Todo sistema, mesmo que não use recursos de tecnologia da informação, mas que gera e manipula informações pode ser considerado um sistema de informações. Independente de seu tipo, nível ou classificação, seu maior objetivo é auxiliar o processo de tomada de decisões, sendo sempre direcionado ao alcance do objetivo organizacional.

A gestão de informações e dados bem como os seus recursos são parte integrante da tecnologia da informação, formando um enorme sistema de informações interligados. Muitas vezes sendo a TI é confundida com a própria informática, com um departamento ou com o sistema utilizado na sua gestão.

São encontrados algumas ferramentas em busca da consolidação dos processos e das negociações, dentre os quais podemos citar:

• Data Warehouse – DW: ferramenta que armazena dados e possibilita a visualização dos fatores que influenciam diretamente na organização.
• Enterprise Resource Planning – ERP: esta ferramenta é um software de planejamento que integra os dados-chave e a comunicação entre os setores da empresa, detalhando as informações das operações nas quais estão envolvidas.
• Customer Relationship Management – CRM: esta ferramenta permite conhecer o perfil do cliente, baseado em dados obtidos em processos internos a fim de estabelecer um forte relacionamento com os mesmos.
• Business intelligence – BI: é um conjunto de ferramentas que possibilita organizar as informações, de modo a analisar, distribuir e agir na melhor escolha das decisões, permite uma visão completa do negócio.
• Intranet, internet, Extranet: é a rede mundial de computadores, ligados as ferramentas de telecomunicações. A Intranet utiliza a rede somente dentro da organização, Internet utiliza a rede mundial e a Extranet é a união entre as duas tecnologias, visto que interliga a rede de uma empresa matriz com a sua filial através da internet.
• Business 2 Business – B2B: são as ferramentas utilizadas entre empresas e seus fornecedores.
• Business 2 Consumer – B2C: são ferramentas que buscam atrair a confiança dos clientes, oferecendo catálogos, promoções, pedidos interativos, entre outros.

Combinando custo baixo e desempenho excepcional, seu avanço foi inevitável e todas as áreas das mais diversas organizações podem utilizá-la. É possível para um médico analisar um paciente através das informações passadas por este, apresentando resultado de exames e diagnosticá-lo mesmo sem estar presente pessoalmente.

Camada Estratégica e a TI [Tecnologia da Informação]

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

A informação é considerada um dos recursos mais importantes da organização e ganha extremo valor estratégico quando é organizada de forma planejada, visto que possibilitam a diminuição do grau de incerteza e melhora a qualidade das decisões. Para que as relações entre o planejamento estratégico estejam bem integradas as informações devem ser coerentes em todos os níveis do planejamento. Para tanto se faz necessário uma perfeita metodologia entre as Tecnologias de Informações e o Planejamento Estratégico.

A necessidade da informação nos processos de tomadas de decisões das organizações é bem característica das atividades empresariais, sendo parte fundamental, visto que regulam as relações da empresa com o seu ambiente.

Nos anos 60 os serviços de processamento de dado das organizações eram totalmente centralizados, sendo executado por apenas um departamento, todas as informações eram trocadas através dos chamados malotes em arquivos de papel, tornando o processo por demorado em demasia. Com a evolução da tecnologia e o fácil acesso às informações a infra-estrutura dos negócios está modificando as atividades produtivas e comunicativas.
O termo Tecnologia de Informações foi utilizado inicialmente por Leavitt e Whisler para enfatizar o uso de computadores durante o processo de tomada de decisões e para o processamento de informações pelas organizações (SOUZA, 2004, p.30).

Na literatura muitos são os termos encontrados para definir a tecnologia da informação, contudo o mais adequado, neste caso, é conjunto de equipamentos, programas, software, hardware, bem como recursos humanos e de comunicação, com a finalidade de desempenhar, manipular, processar, disseminar e utilizar as informações em uma organização.

Sua principal importância está na capacidade de manuseio das informações auxiliando aos gestores no processo de tomada de decisões. Englobam computadores, redes de comunicações e todos os meios de transmissões. Atualmente as ferramentas de TI são variadas utilizando-se da internet, sistemas de informações gerenciais, satélites entre outras.
Utilizar as tecnologias de informações pode proporcionar às empresas uma maior produtividade e eficácia organizacional, modificando todo o planejamento anterior com um simples passe de mágica, melhorando e transformando o processo organizacional, tornando a empresa flexível de modo que ela possa reagir ao mercado rapidamente.

A TI tem o poder de modificar toda a estrutura da empresa, bem como suas operações, permeando atividades de valor e criando vantagens sobre seus concorrentes, favorecendo o sucesso organizacional de forma ampla e desmistificada.
Fazer uso de informações de qualidade poderá apoiar a tomada de decisões, influenciando no comportamento das pessoas, passando a ser um fator de extrema importância, através da multiplicação de esforços e dos resultados obtidos. Contudo, seu uso em conjunto com o planejamento estratégico está, agora, ganhando novas forças e rompendo barreiras ditas tradicionais.

Camada Estratégica e a TI [Tomada de Decisão]

Decisão, segundo Rosini e Palmisano (2003) “é a escolha de uma ou mais alternativas com o fim de atingir um objetivo proposto com a menor probabilidade de erro ou fracasso possível”.

Algumas decisões têm características dos dois tipos precedentes, por isso são chamadas de Semiestruturadas; nesses casos, apenas parte do problema tem uma resposta clara e precisa, dada por um procedimento aceito. Em geral, decisões estruturadas são mais corriqueiras nos níveis organizacionais mais baixos, enquanto problemas não estruturados são mais comuns nos níveis mais altos da empresa. (LAUDON e LAUDON, 2010).

Bataglia e Yo (2008, p.85) admite que decisão organizacional é um comprometimento específico para a ação (usualmente de recursos), e que o processo decisório é o conjunto de ações e fatores dinâmicos que começam com a identificação de um estímulo inicial para a ação e terminam com o comprometimento para ela.

A decisão é estratégica quando considerada importante pelos gestores da alta administração em termos das ações tomadas, dos recursos comprometidos ou dos precedentes estabelecidos. Além disso, seu processo decisório e não-estruturado, ou seja, é novo, incerto, não ocorreu anteriormente; para ele não existe um conjunto explicito e predeterminado de respostas ordenadas na organização.

Enfim, a decisão passa a ser estratégica quando é tomada pela grande cúpula da organização, pelos altos executivos, e pode contribuir efetivamente para o sucesso empresarial. Tais decisões envolvem posicionamento estratégico, apresentação de riscos, decisões relacionadas a funções organizacionais e a política organizacional.

Bataglia e Yo (2008, p.86), propõem o Modelo Geral do Processo Decisório Estratégico, apresentado na Figura 1. O modelo e composto de três fases: identificação, desenvolvimento e seleção. Destaca-se no modelo a idéia de que não existe uma relação seqüencial e simples entre as fases.

FIGURA 1 – Processo de Decisão estratégica

 processo_de_decisão_estratégica

Fonte: adaptado de BATAGLIA, Walter; YO, Abraham Sin Oih. A sincronização da tomada de decisão estratégica com o planejamento estratégico formal. Revista de administração Mackenzie, v.9, n.5, p.82-111, 2008.

Para os autores, cada fase do processo de decisão estratégica é constituída por rotinas. Na fase de identificação é onde ocorrem as rotinas de reconhecimento e diagnóstico. Para a rotina de reconhecimento as oportunidades e eventuais ameaças ou problemas são identificados. Para a rotina de diagnostico se organiza a informação disponível e se levantam eventuais novas informações para formulação do problema, esta fase está ligada a fase de reconhecimento.

A próxima fase é a de desenvolvimento, na qual ocorrem as rotinas de busca e projeto. Para a rotina de busca é utilizada na busca de soluções prontas ou semi-prontas no ambiente externo ou interno da organização. Para a rotina de projeto é utilizada no desenvolvimento de soluções customizadas, ou seja, planejadas sob medida especialmente para a decisão. Esta fase é também utilizada para modificar soluções existentes, advindas com problemas futuros e fora da organização, adaptando-as a situações particulares.

A fase de seleção é onde ocorrem as rotinas de pré-seleção, avaliação-escolha e autorização. A primeira trata a respeito da utilização para eliminar o que é inviável buscando soluções mais passiveis de avaliação. A segunda trás três modos que são: julgamento de valor, quando um indivíduo utiliza sua intuição para escolher sem justificar suas razões; barganha, quando as partes envolvidas na decisão chegam a um consenso; e analise, quando ocorre avaliação factual. A terceira trata quando há de envolvidos no processo que não possuem a autoridade necessária para comprometer a organização em determinado curso de ação.

Cabe ressaltar que este é um modelo sugerido poderá ou não trazer benefícios para a organização, apresentando etapas a serem seguidas para que as decisões sejam analisadas, avaliadas de modo estratégico, seguindo um planejamento estratégico eficiente, eficaz e efetivo, combinando um comportamento calculado e instrumental.

 

Camada Estratégica e a Tecnologia da Informação [Justificativa]

A cada dia que passa fica cada vez mais comum ouvirmos acerca das mudanças que o mundo vem passando, e que vem trazendo novas maneiras de se trabalhar com as influências políticas, econômicas e empresariais, fazendo com que a sociedade procure se adequar às necessidades e aprendizados de uma constante evolução.

A camada estratégica das organizações encontra uma grande dificuldade no entendimento da capacidade e recursos disponíveis no departamento de (TI), com isso o desempenho, melhoria e métricas que poderia se obter com estes atributos.

Souza (2004), Lima (2007) e Silva (2007) analisaram que o uso da tecnologia da informação como ferramenta para o planejamento estratégico acabou por trazer muitos benefícios à organização, contribuindo para a tomada de decisões e o melhor alcance dos objetivos organizacionais, satisfazendo tanto aos gestores quanto aos demais funcionários.

Este trabalho Apresenta, no geral, a tecnologia de informação e sua utilização no planejamento estratégico organizacional, definindo e conceituando em auxílio aos gestores na evolução da empresa, por meio de sua aplicação prática. Verificando, assim, o aprendizado prático, aplicando as técnicas aprendidas no decorrer do curso. Como objetivos específicos são possíveis citar: Definição de planejamento estratégico, camadas estratégicas e tecnologia da informação; Identificar a utilização da tecnologia da informação nas mais diversas áreas de aplicação; Promover uma interação entre as camadas estratégicas e tecnologia da informação; Avaliar as contribuições da utilização do planejamento estratégico e da tecnologia da informação para as organizações.

planejamento_estrategico_ti

Assim, o procedimento técnico adotado foi o estudo de caso, com verificação nas bases teóricas de autores acerca do tema ao se tratar de um estudo quantitativo e interpretativo. Os mecanismos técnicos utilizados são: análise de textos, documentos e levantamento através de observação participante.

A importância desta pesquisa se deu pelo fato de contribuir no aumento do conhecimento acerca do tema abordado contribuindo de modo essencial, academicamente e profissionalmente, a todos que possa interessar. Do ponto de vista científico esta pesquisa possibilitará a geração de conhecimento da realidade brasileira, contribuindo no desenvolvimento econômico nacional.

O interesse por esta pesquisa se deu pelo fato de que as mudanças tecnológicas acabam por impor ao gestor a sua utilização, e quanto mais for tratado acerca do tema mais fácil será a sua utilização contribuindo para a desmistificação do mesmo. Sua abordagem nasceu de algumas reflexões e através do cotidiano como profissional atuante na área, como um desafio pessoal no planejamento organizacional.

Motivado por algumas reflexões e através do convívio cotidiano por meio do exercício profissional e do rápido crescimento do tema em questão enseja a necessidade de se estudar e de conhecer melhor esta nova prática de comércio, esta abordagem tornou-se um desafio a ser conquistado diante da expectativa de mercado e da frequente competitividade encontrada em um mundo globalizado. Seus resultados permitirão que as organizações possam se planejar com mais facilidade no momento da utilização do comércio eletrônico.

No primeiro capítulo encontra-se o planejamento estratégico, analisando e descrevendo os principais conceitos.

O segundo capítulo descreverá a tecnologia da informação, alinhando os conceitos com exemplos práticos.

O terceiro capítulo abordará a camada estratégica da organização, esclarecendo as definições.

O quarto capítulo fará uma análise acerca do comparativo da camada estratégica com base na utilização da tecnologia da informação no auxílio a gestão organizacional.

Por fim, traremos a conclusão da presente pesquisa, verificando o atingimento dos objetivos satisfatoriamente diante do exposto nos demais capítulos, sugerindo possíveis melhorias a serem instauradas no processo.

Camada estratégica e a tecnologia da informação

No cotidiano profissional é perceptível a dificuldade da camada estratégica em entender as possibilidades de melhoria e continuidade que a tecnologia da informação pode oferecer. A visibilidade ou impressão que a camada estratégica tem do setor ou departamento que envolve o TI é em sua maior parte, que é parte integrante da organização para o funcionamento dos recursos tecnológicos que são essenciais no cotidiano para suportar a operação. Assim, este trabalho tem por objetivo Apresentar, no geral, a tecnologia de informação e sua utilização no planejamento estratégico organizacional, definindo e conceituando em auxílio aos gestores na evolução da empresa, por meio de sua aplicação prática. De modo bibliográfico e exploratório, a metodologia estará baseada nos pressupostos teóricos do tema, conhecendo as práticas e inovações diante do mercado. Com a correta aplicação nas organizações esta é uma incrível ferramenta de diferenciação dos concorrentes. Cabendo ressaltar a importância de alinhar tecnologia da informação ao planejamento estratégico organizacional como uma estratégia simples, mas poderosa para a organização.

planejamento_estrategico

Get Adobe Flash player
Visit Us On TwitterVisit Us On FacebookCheck Our Feed