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Número de fraudes no e-commerce brasileiro chama atenção

LoFrano / Blog, e-commerce, Economia, Machine Learning, Negócios Digitais / 0 Comments

E-commerce no Brasil tem aumento de vendas mas número de fraudes também chama atenção. Desde o início da pandemia da Covid-19, o Brasil viu surgir uma verdadeira explosão de vendas via e-commerce. No entanto, a boa notícia também culminou em situações não tão boas assim: as fraudes cresceram significativamente.

De acordo com avaliação da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o comércio eletrônico pode ter crescido 38% em 2021 alcançando R$ 304 bilhões em vendas. No ano anterior (2020), as vendas já haviam aumentado 37% atingindo o faturamento de R$ 225 bilhões.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apresentou um estudo que estima que a participação do e-commerce nas vendas do varejo brasileiro cresceu de 6% antes da pandemia para perto de 18% ao final de 2021.

Mais dinamismo

Durante a pandemia as grandes empresas e de setores se tornaram mais dinâmicos como por exemplo o comércio de produtos de animais de estimação. Quando falamos da Petz, líder desta esfera no Brasil, a participação do digital na receita extrapolou os 30% no terceiro trimestre de 2021.

Um estudo da FGV apontou que a porcentagem de empresas que atuam com comércio eletrônico no Brasil subiu de 50% em 2019 para 80%. No entanto, há muitos desafios a serem superados.

Segurança

O crescimento do setor foi resultado dos cuidados que tivemos em evitar o contato físico na aquisição de produtos. Posteriormente, o desenvolvimento do e-commerce deve continuar trazendo benefícios como a praticidade e a diminuição dos deslocamentos individuais motorizados (e poluentes).

Em diferentes áreas, é possível comprar pela Internet e receber o produto em casa em apenas uma hora. Parece um sonho perfeito, não é mesmo? Mas não é!

O comércio eletrônico tem lá seus desafios e um dos principais é a segurança. Os fraudadores também quiseram aproveitar o “boom” do e-commerce.

Se compararmos com as receitas das taxas de participação do varejo, ainda estamos distantes do que é apresentado pelos países mais ricos. A China conta com 50% e os EUA, 30%, ou seja, ainda há um grande potencial de crescimento para o Brasil.

Mas antes disso, o setor varejista deverá compreender qual é a forma mais eficaz de se proteger contra as fraudes, através de processos de checagem de segurança mais rápidos, para que vendas não sejam perdidas em função da demora de aprovação.

Tecnologia para seguir em frente

As empresas especializadas em fraudes eletrônicas têm apresentado várias “armas” para combater esse tipo de ação que pode configurar crime e muitas delas fazem uso de tecnologia e comportamento do consumidor.

A utilização das técnicas de machine learning e de algoritmos pode mostrar em segundos se os dados apresentados na tentativa da compra são reais, ou seja, se corresponde aos hábitos de consumo daquele mesmo consumidor.

Resumindo, para seguir em frente o mercado terá de acompanhar os avanços do e-commerce e aproveitar as oportunidades não só de modernização de venda e entrega, mas também de segurança e inteligência.



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