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Gestora brasileira tem aprovação da CVM para lançar primeiro ETF de Ethereum do país

LoFrano / Blockchain, Blog, Economia, Moeda Digital, Negócios Digitais, Transformação Digital / 0 Comments

A grande disputa pela posição de protagonista entre duas das maiores gestoras de criptomoedas do Brasil acabou com uma novidade. No dia 13 de julho, a Hashdex anunciou o fundo de bitcoin BITH11, mas logo em seguida, a QR Asset Management divulgou a aprovação, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), do primeiro ETF (Exchange Traded Funds) de ether do país, o QETH11.

Essa liberação da autarquia chegou apenas um mês depois da QR apresentar o QBTC11, primeiro ETF nacional que capitaliza 100% do seu patrimônio em bitcoin. A partir desta ação, a empresa terá um fundo de índice concentrado na segunda maior criptomoeda do mundo: o Ethereum.

Não há previsão para listagem do novo ETF na bolsa de valores brasileira, no entanto, essa decisão apresentada pela CVM garante seu lançamento em breve. A partir do QETH11, surge a possibilidade de os investidores brasileiros buscarem, com regulação e acesso fácil, a exposição às duas maiores criptomoedas do mundo.

Mais opções

Além dos ETFs, investidores interessados em reservar parte do seu patrimônio podem ainda escolher trabalhar com fundos de investimento ou com a compra direta dos ativos digitais.

É uma oportunidade para o investidor brasileiro que buscava a possibilidade de exposição a estes ativos digitais, de maneira regulada, segura e simples, sem ter que realizar cadastros em exchanges, ou sem a necessidade da criação de chaves privadas e preocupação com custódia segura.

De acordo com uma nota emitida pela QR Asset Management, o fundo conta com custódia de nível institucional em deep cold storage, provida pela Gemini, empresa especializada em custódia de criptoativos, um tipo de serviço pouco acessível ao investidor comum.

Avante

A notícia da aprovação da CVM mostra que o Brasil está progredindo quando o assunto é a adoção de criptoativos. O país já conta com ETFs de bitcoin e, agora, de ether, e também possui um ETF que investe em uma cesta de criptomoedas, o HASH11, além de vários fundos de investimento focados em ativos digitais.

Os principais órgãos reguladores nacionais também estão se mostrando mais maleáveis em relação ao mercado de criptoativos. Uma prova disso, é a admissão deste novo ETF de ether, que será listado na bolsa de valores brasileira e é considerado um dos primeiros do gênero no mundo, sendo que, somente no Canadá há produtos semelhantes disponíveis.



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